alegria

Se você acredita, parece verdade!

Quantas vezes já dissemos: “Eu sou assim mesmo” ou “É, as coisas são assim”?
Essas frases na realidade estão dizendo que isso é o que acreditamos como verdade para nós, e geralmente aquilo em que acreditamos não passa da opinião de outra pessoa que incorporamos no nosso sistema de crenças. Sem dúvida, ele se ajusta a todas as outras coisas em que cremos.
Você é uma dessas pessoas que acordam numa certa manhã, vêem que está chovendo e dizem: “Que dia miserável?”
Não é um dia miserável. É apenas um dia molhado. Se usarmos as roupas apropriadas e mudarmos nossa atitude, podemos nos divertir bastante num dia chuvoso. Agora, se nossa crença for a de que dias de chuva são miseráveis, sempre receberemos a chuva de mau humor. Lutaremos contra o dia em vez de acompanharmos o fluxo do que está acontecendo no momento.
Não existe “bom” ou “mau” tempo, existe somente o clima e nossas reações individuais a ele.
Se queremos uma vida alegre, precisamos ter pensamentos alegres.
Se queremos uma vida próspera, precisamos ter pensamentos de prosperidade.
Se queremos uma vida com amor, precisamos ter pensamentos de amor.
Tudo o que enviamos para o exterior, mental ou verbalmente, voltará a nós numa forma igual.

Vale dos sentimentos

Era uma vez um lugar chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: Alegria, Riqueza, Sabedoria, Determinação… Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como Orgulho, Tristeza e Vaidade não tinham problemas entre si.Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas, que morava o mais bonito dos sentimentos: o Amor! Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele, ficavam mudados porque eles sabiam que, dentre eles, o Amor era melhor! Porém, no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo! E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom… Era a Raiva! A Raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale! Por isso, quando acordava de mau humor, fazia de tudo para estragar a beleza do lugar. Certo dia teve uma idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícia! A fumaça da poção tomou conta do vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes. Quando o vale se encheu de raios, chuva e vento, todos correram para se proteger. O Egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás.
A Alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A Riqueza recolheu tudo que era seu antes de se abrigar! A Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade, todos conseguiram chegar em suas casas a tempo!
Todos, menos o Amor. Ele estava tão preocupado em ajudar os outros sentimentos que acabou ficando para trás. Então uma coisa aconteceu! Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o Amor.
A Raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar. Algo que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram o que tinha acontecido com o Amor.
– Ele não se mexe!
– Ta tão parado que até parece que… Morreu!
A Tristeza se pôs a chorar! O Orgulho não aceitava. Disse que era mentira!
A Riqueza falou que era um desperdício! E a Alegria, pela primeira vez, não sorriu!
Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o Amor para uni-los, as diferenças apareceram! A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do Amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos!
– Ele não morreu! O Amor não morreu! – gritaram os outros sentimentos.
Foi aí que todos souberam o nome do estranho: o Tempo. E comemoraram, porque o Amor estava vivo e porque não há nada que acabe com o Amor, tendo o Tempo ao seu lado para ajudá-lo. E a Paz e a Harmonia voltaram ao Vale dos Sentimentos. Sabe o que aconteceu com o Amor e com o Tempo? Eles se casaram e tiveram três filhos: Experiência, Perdão e Compreensão, que moram lá no fundinho do coração!
“Quando procuramos o bem nas outras pessoas descobrimos o que há de melhor em nós mesmos”.

5 Minutinhos

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
Ela disse:
– Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.
– Um bonito garoto – respondeu o homem. E completou: – Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
– Melissa, o que você acha de irmos?
– Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
– Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
– Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse:
– Está certo!
– O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
– O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar…

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?
Lembre-se: nem tudo o que importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.