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Como manter o emprego na crise

Em tempos de crise, é muito importante saber como se comportar dentro da empresa na qual trabalhamos, para que possamos ser reconhecidos pelos gerentes, e assim garantir o nosso emprego.

É muito importante acompanhar o mercado, e saber o que a empresa espera de nós. Entregar o trabalho desejado, dentro do prazo estipulado, e ainda se oferecer para outros serviços, para os quais inicialmente não fomos designados mostra comprometimento.

Manter-se atualizado sobre tudo à sua volta e com relação à sua profissão, rotinas, técnicas etc faz com que o profissional possa auxiliar de maneira melhor a empresa, apresentando novas soluções para problemas apresentados.

Quando se inicia uma crise interna, e se fazem necessários cortes de funcionário, não adianta mudar o seu comportamente. O gerente definirá quem deve ser mantido na empresa pelo histórico do profissional. O que ajuda nesses momentos é manter-se calmo, e mostrar-se participativo, colaborando com seus colegas. A empresa saberá exatamente quem deve ser cortado e quem deve ser mantido no quadro de funcionários. Ser o último desta lista é muito importante.

Atitude é tudo!

Jerry é o tipo de cara que você adora odiar. Ele estava sempre de bom humor e tinha sempre algo de positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava como ele estava, ouvia a resposta: “Melhor, impossível!”
Ele era um gerente único, porque tinha vários garçons que o seguiam de restaurante para restaurante. A razão porque eles o seguiam era devido a sua atitude. Ele era um motivador natural. Se algum funcionário estava num mau dia, lá estava Jerry dizendo para ele o lado positivo da situação.
Ver este estilo realmente me deixou curioso, então, um dia fui até ele e perguntei: “Eu não entendo, você não pode ser otimista o tempo todo. Como você consegue?”. Ele respondeu: “A cada manhã eu acordo e digo para mim mesmo: Jerry, você tem duas escolhas hoje: você pode escolher estar de bom humor ou pode escolher estar de mau humor. Eu escolho estar de bom humor. E cada vez que algo de ruim acontece, eu posso escolher ser uma vítima ou eu posso escolher aprender com a situação. Eu escolho aprender. Todas as vezes que alguém me vem com reclamações, eu posso escolher aceitar as reclamações ou eu posso apontar o lado positivo da vida. Eu escolho o lado positivo da vida”.
“É, tudo bem, mas não é tão fácil”, eu protestei.
“Sim, é”, disse Jerry. “A vida se refere a escolhas. Quando você descarta o superficial, toda situação é uma escolha. Você escolhe como reagir à situação. Você escolhe como as pessoas vão afetar o seu humor. Você escolhe estar de bom ou mau humor. Em conclusão: é uma escolha sua, como você vive a vida”.
Eu refleti sobre o que Jerry me disse. Pouco tempo depois, eu deixei o ramo de restaurante para começar o meu próprio negócio.
Nós perdemos contato, mas freqüentemente pensava nele, quando eu fazia uma escolha sobre a vida, ao invés de simplesmente reagir impulsivamente.
Muitos anos depois, eu soube que Jerry havia feito algo que você nunca poderia fazer no ramo de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta.
Pela manhã, ele estava cercado por três assaltantes armados e enquanto ele tentava abrir o cofre, suas mãos, tremendo pelo nervosismo, erraram a combinação. Os assaltantes ficaram em pânico e atiraram nele.
Por sorte, Jerry foi encontrado logo e levado para o hospital. Após 18 horas de cirurgia e semanas na UTI, Jerry teve alta do hospital, mas com alguns fragmentos de bala em seu corpo.
Eu encontrei Jerry após seis meses do acidente. Quando eu lhe perguntei como ele estava, ouvi a resposta: “Melhor impossível, quer ver as cicatrizes?”
Não quis ver seus ferimentos, mas perguntei o que havia lhe passado pela cabeça quando os assaltantes apareceram.
“A primeira coisa que me veio à cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos”, ele respondeu, “então, quando estava no chão, eu me lembrei que eu tinha duas escolhas: eu poderia viver, ou poderia morrer. Eu escolhi viver”.
“Você não ficou com medo? Você perdeu a consciência?”, perguntei. Jerry continuou: “Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que eu ia ficar bem. Mas quando eles me levaram para a sala de emergência e eu via a expressão dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com muito medo. Nos olhos deles eu podia ler, ‘esse é um homem morto’, assim, eu soube que eu precisava reagir”.
“O que você fez?”, perguntei.
“Bem, havia uma enfermeira grandona, robusta, me fazendo perguntas. Ela me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu disse que sim. Os médicos e enfermeiras pararam tudo e esperaram a minha resposta. Eu respirei fundo e gritei: Balas! Em meio às gargalhadas, eu gritei que estava escolhendo viver e que devia ser tratado como se eu estivesse vivo, não morto”.
Jerry viveu graças às habilidades dos médicos, mas também por causa da sua surpreendente atitude. Eu aprendi com ele que todos os dias, nós temos a escolha de viver plenamente.
Enfim, atitude é tudo!

Como negociar o seu salário

Em determinados momentos dentro de uma empresa, precisamos de um pouco mais de tato com a situação e com nossos superiores. Por vezes, essas situações envolvem valores salariais: a entrevista de emprego, uma promoção, uma pleiteção por um aumento, sondagem por parte de outra empresa….. Como proceder?

Segundo especialistas em recursos humanos, alguns cuidados devem ser tomados e observados com relação à arte de negociar o seu larário:

– acredite que realmente necessita desse aumento,

– tenha a convicção de que é importante para a empresa,

– demonstre, de forma clara e adulta para o seu superior o quanto você é importante à empresa,

– fique por dentro dos níveis salariais para o seu cargo em outras empresas e no mercado em geral,

– identifique o melhor momento para ter essa conversa, evitando momentos de crise,

– não peça aumento salarial dentro de um período de tempo muito próximo a um aumento anterior, ou a uma possível promoção, pois as empresas possuem um cronograma para tais aumentos, normalmente superiores a um ano,

– tente marcar com o seu chefe uma reunião unicamente para tratarem desse assunto, sem interrupções, uma vez que este é um momento delicado, principalmente para você.